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São Paulo de muitos !
São Paulo de muitos from ciadefoto on Vimeo.
Parabéns para a ação coletiva proposta pela Cia de Foto a partir de um convite da Monica Maia, editora de fotografia da Revista da Folha, para ilustrar o aniversário de São Paulo.
Foram 230 fotógrafos.
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Going – Por Aí….
Para nós que estamos na cidade grande trabalhando um pouquinho de belas fotos de praia nas Maldivas, Maurício, Tahiti (Bora Bora) e Fiji. A última imagem de avião é a ilha de St. Martin. Esses locais são conhecidos como o céu ou paraíso na terra.
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Felipe Vieira: A primeira edição da década
Esta é a capa da revista Press de janeiro de 2010. A primeira edição da década só poderia ser com o meu amigo.
Outras imagens da nossa sessão de fotos você pode ver aqui na Preview – Banco de Imagens
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Fotografia e Internet
Muito se tem falado da importância da presença dos fotógrafos na Web, mas a maioria não tem a menor noção de como esta presença deve acontecer. E o que era para ser bom, se torna spam.
E spam sempre é muito ruim.
Se eu tomar como base a perspectiva histórica desta presença no Brasil, temos que começar com as BBS (Bulletin Board Services); como o nome diz, eram quadros de avisos virtuais, onde as pessoas largavam suas mensagens na esperança que outros as buscassem, e as respondessem. BBS grandes como a Sherwood ou a Mandic conectavam-se à redes como Lusenet através de linha discada, com modems de 2.400bps, e deixavam no servidor “pacotes” de mensagens que mais tarde eram “recolhidos” pelo interessado em ler as eventuais respostas. Nesta época em que não havia acesso a e-mails, através das BBS os fotógrafos já tinham formado uma comunidade de troca de informações bastante ativa. Não havia ainda Internet comercial, apenas acadêmica e militar; estamos falando de 1994.
Mas no final de 1995, finalmente a Internet se tornou comercial no Brasil, com a criação do Comitê Gestor da Internet, entidade responsável pela rede mundial de computadores no país. O sucesso foi imediato, com as primeiras trocas de e-mails acontecendo entre pessoas físicas, e surgindo os browsers pioneiros como o Netscape Navigator, que navegava por sites basicamente de textos, uma consequência ainda da Internet acadêmica.
Nessa época, novembro de 1995, construí o meu primeiro site de fotografia e fiz minha estréia no Geocities, que era gratuito e dividia as categorias de internautas por “bairros”; os artistas, designers e fotógrafos ficavam no Soho, numa óbvia correlação com o bairro nova-iorquino. O problema é que ninguém sabia fazer site de fotografia, pois ninguém os tinha feito ainda, e as aberrações eram constantes; letras garrafais em negrito, fundos de coloridos berrantes, gifs animados que piscavam por toda a tela; tudo atrapalhava a boa visualização do que realmente interessava, ou seja, as fotos. Alguns outros fotógrafos pioneiros eram meus “vizinhos” no Geocities, e a troca mútua de e-mails se intensificou à procura de fórmulas mais eficientes para publicar nossas fotos na web.
Dois anos mais tarde, já havia um pouco mais de bom-senso, a novidade já não era tão nova assim, a comunicação online se tornara mais rápida e os sites de fotografia ficavam mais “calmos”. Um novo problema, porém, surgiu; como não havia muita gente especializada em design de websites, e não existiam faculdades de multimídia, os fotógrafos resolveram continuar com a mão na massa fazendo seus próprios sites, sem muita noção de estrutura mas com muito entusiasmo, e o que se viu no período foram sites menos feios mas impossíveis de se navegar; arquitetura de informação inexistente, menus que eram tudo menos intuitivos, designs elaborados que escondiam as fotos por debaixo de três ou quatro níveis de hierarquia. Era um milagre que algum cliente visse nossas fotos, pois ele tinha que ser persistente e procurar muito!
E então a profissionalização começou; a Internet a partir de 1998 cresceu a um ritmo alucinante, milhões de endereços de e-mail e websites surgiram em pouco tempo, e a publicidade passou a prestar atenção nesse novo mercado. As ferramentas para construção de sites se sofisticaram, as primeiras câmeras digitais profissionais ficaram acessíveis, a navegação mais rápida. E junto vieram os problemas. O principal foi o erro de se pensar Internet como se pensava revista; fazer sites que permitissem realizar lucro com banners de publicidade parecia óbvio, mas não funcionou; criar listas com endereços de e-mails categorizados para enviar malas-diretas eletrônicas parecia ser um grande negócio, com as listas sendo negociadas por valores estratosféricos, mas também não funcionou por muito tempo, pois as listas eram roubadas, copiadas, distribuídas e compartilhadas, e a medida que a quantidade de spam aumentava a resposta comercial destas malas-diretas caía proporcionalmente. Mesmo assim os grandes investidores (bancos e financeiras) ainda acreditavam e investiam literalmente milhões em incubadoras de sites que, em sua maioria, dependiam de um modelo antigo e ultrapassado de venda de publicidade para que fossem sustentáveis, incluindo os bancos de imagens pessoais dos fotógrafos.
E aí a bolha estourou em 2001, levando consigo diversos empresários à falência.
O modelo que se mostrara inadequado a essa nova realidade, porém, se manteve como paradigma, e os fotógrafos continuaram a apostar nele. Sites-portfólio, hot-sites e mailing eletrônico ainda adotados como ferramentas de marketing pela maioria; listas de discussão especializadas (“nichadas”, no jargão publicitário) e fórums de fotografia, que existiam desde o tempo das BBS, seguiam servindo como divulgação indireta do prestígio do fotógrafo nas comunidades fotográficas, pois a moeda de troca sempre foi “informação X indicação”, ou seja, eu dedico um pouquinho da minha vida online ensinando o que sei, e assim ganho confiabilidade suficiente para que a comunidade me indique para trabalhos mais elaborados.
Mas os resultados da soma destas estratégias, em grande parte, foram catastróficos.
O valor da fotografia profissional, que já vinha caindo com a facilidade permitida pelas câmeras digitais, despencou com a popularização dos bancos de imagem globais de baixíssimo custo (Royalty Free e MicroStock).
E o fotógrafo sentiu-se perplexo.
Por que razão não estava dando certo? Tanto investimento em tempo, tecnologia, e qualidade indo pelo ralo; o retorno das ações de marketing na Internet já não justificavam os custos.
A resposta é fácil. O consumidor mudou, o comprador de fotografia mudou, mas o modo de se vender fotografia permaneceu o mesmo. Estagnado.
Em tempos de Google, com sua publicidade inteligente de links patrocinados e Ad-Sense, que aparecem quando você mais precisa (e sem banners!), em tempos de Twitter com seu “soft-selling” de produtos e serviços diluído entre informação de qualidade, em tempos deFacebook e Linkedin onde o pessoal e o profissional se misturam de forma transparente, as estratégias dos fotógrafos tem que mudar.
Site-portfólio, de repente já parece coisa do século passado, e é!
Arrisco um palpite; não espere que alguém compre suas fotos (atitude passiva), e sim venda suas fotos a quem as precisa (atitude pró-ativa). Através das chamadas mídias sociais.
70% das pessoas hoje decidem uma compra por indicação pessoal ou resultado de pesquisa, e não pela publicidade convencional.
Agora sim a moeda de troca das antigas listas de discussão vale: tenha uma presença marcante no Facebook. Faça um blog e realmente dê de presente informação de valor aos seus leitores. Crie um perfil profissional no Linkedin. Mostre suas fotos sem medo de “ser roubado”, pois se a foto, texto, vídeo ou o conteúdo que for estiver na Internet, ele vai ser roubado, e desta forma pode positivamente se transformar em marketing viral. Pense em trocar as listas de discussão, os fórums, o MSN, o Orkut e o seu Outlook pelo Google Wave. Converse, compre, venda, divulgue e viaje pelo Twitter.
E o principal, ache seu cliente (que certamente está em todos esses canais) e faça ele participar. Ponha ele na roda. Faça ele pular de link em link, dentro da sua estrela de ações na web, e ele vai se fidelizar, vai saber te encontrar, vai poder te indicar para outros clientes.
Serão 40 milhões de brasileiros conectados a Internet em 2010, 40 milhões de potenciais clientes no Brasil. São 1,5 bilhão de pessoas conectadas no mundo.
Este 1,5 bilhão de potenciais clientes é seu. Pense nisso.
06
Desastres Naturais
Como jornalista quero cobrir todo tipo de evento. Alguns exigem dedicação especial, como os desastres naturais.
Foi assim em março de 2004, quando o primeiro ciclone tropical de que se tem notícia no sul do Oceano Atlântico foi denominado Catarina. Lembro que naquele momento a população do sul do Estado de Santa Catarina e a população do nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, foram alertadas para o fato de que se aproximava um ciclone. O que ninguém imaginava é que este seria o primeiro furacão historicamente registrado no Atlântico Sul. Apesar da incerteza no futuro da tempestade, as autoridades brasileiras tomaram as medidas adequadas para garantir a segurança dos moradores que viviam no litoral. A evacuação foi executada com êxito para os numerosos residentes ao longo da costa, embora algumas pessoas decidiram permanecer em suas próprias casas.
Era um sábado e estávamos na expectativa. Com todo o equipamento montado para a viajem. Em permanente contato com os centros de meteorologia ligando de Porto Alegre para saber as notícias e previsões para o evento que aconteceria. As manchetes avisavam que a tempestade iria perder força e ir em direção ao oceano. Nada disso ! O “Furacão” atingiu o litoral do Rio Grande do Sul com ventos de até 180 km/h durante a noite, batendo a norte da cidade de Torres.
Eram aproximadamente 6 horas da manhã de domingo quando coloquei o pé na estrada, e alguns pré-requisitos foram necessários: me certifiquei de ter abundância de combustível, água, lanches, mapas, uma certa quantidade de dinheiro, além de baterias extras e um conversor de energia para poder carregar notebook, câmeras, etc, ligados no carro. Botas, repelente, protetor solar e kit de primeiros socorros também foram uma boa idéia.
Quando estiver cobrindo um desastre natural destas proporções, lembre-se sempre de prestar atenção a sua volta. Sempre tenha uma estratégia de saída. Sua primeira consideração quando você dirige em qualquer lugar é a sua segurança. Sempre tenho em mente se posso sair daqui 15 minutos ou em algumas horas … e não depender de ninguém para vir salvá-lo. Tentar ser totalmente auto-suficiente em todos os momentos. Nunca ande muito longe de seu carro, pois ele é a sua única forma de locomoção e há muitas coisas valiosas ali das quais você depende. Durante estes eventos não há guinchos, carros da polícia ou ambulância a caminho, pois provavelmente todos estarão trabalhando nos resgates ou reconstrução.
Estando com o material fotográfico garantido, a próxima etapa é a transmissão das imagens. Assegure-se que o seu método irá funcionar, seja ele a transmissão por celular ou usando o apoio das casas do governo, como hospitais, delegacias e centros de comunicação montados pelo exército onde haja conexões com a internet.
É fundamental não perder a perspectiva. A grande história está aqui: na minha opinião não é necessariamente a tempestade, pois ela já aconteceu. A grande história é sobre como e quanto mais bem preparados somos como nação e como nosso governo está para lidar com as conseqüências desta calamidade … O Brasil entrou definitivamente na rota das tempestades. Inúmeros trabalhos de pesquisa recém divulgados, indicam que a parte central da América do Sul é a segunda região no mundo em atividade. No “mapa mundi” dos tornados, o centro e o norte da Argentina, o Uruguai, o Sul do Brasil e o Paraguai, estão se tornando regiões muito propícias para atividade tornádica.
Imagens aéreas são excelentes para mostrar as proporções. Se você quiser entrar em um helicóptero, certifique-se de que você está trabalhando com pilotos experientes… nunca se sabe. Neste caso procure em aeroportos a melhor maneira de embarcar. Aeronaves do exército quase sempre estão disponíveis. Outra maneira é a partilha dos custos de aluguel de um helicóptero com alguém é uma boa opção, nestas situações.
Nestes momentos não há tempo para discutir. Obedeça a aplicação da lei, especialmente, de quem está fazendo a segurança. Negocie sua estada ali, eles entenderão que você está trabalhando. Nestes momentos de tensão, uma mão lava a outra.
Espero que essas tempestades fiquem cada vez menores, e até acabem. Ninguém merece passar por isso novamente, sejam os fotógrafos, jornalistas e outros trabalhadores de resgate que atuam nestes momentos, sem falar, nos cidadãos, é claro!
Boa sorte!
04
Amigos da Fotografia
Primeiro dia real de volta pós feriadão de final de ano? Roube alguns minutos da sua agenda e preste atenção a este video. Não é uma obrigação amar a fotografia tanto como a pessoa seguinte, mas eu adoro ver as pessoas que a amam tanto quanto eu e meus amigos.
Via Chase Jarvis
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Cronofotografia by Ari Versiani
Cronofotografia from Ari Versiani.
Vocês já conhecem a cronofotografia ? No dicionário significa o processo de análise do movimento através de fotografias sucessivas. Meu amigo Ari Versiani, da Agência Ponto, do Rio de Janeiro está ficando mestre. Entre os diversos trabalhos que ele tem feito, alguns, como este acima, estão disponíveis aqui no Vimeo
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Dan Chung in Slow Motion
Dan Chung começou a testar um protótipo da nova Canon 1D Mark IV. Ele usou como cenário uma noite na pista de corrida dos cavalos.
Dê uma olhada nos resultados:
Ele informou que foi tudo gravado em 720p/60 e, em seguida, diminuiu para 23,98 fps usando ferramentas do Final Cut Pro.
Para mais informações visite o dslrnewsshooter
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Futebol: duas faces e uma bola
O futebol é facilmente meu esporte favorito para fotografar. Combinando os momentos de ação, emoção e um grande senso de rituais e cerimônias, o futebol torna-se um banquete visual para os olhos. Há uma razão pela qual mais 100.000 torcedores lotam seus estádios a cada fim de semana, fazem o planejamento de seus dias, feriados e até férias anuais em torno dos jogos e seus calendários.
Para fotografar futebol aplicam-se as noções básicas da fotografia, seja ela de esportes de ação ou não. Grandes e boas fontes de luz são fundamentais, mas isso não ocorre na prática em todos os estádios, quando temos de trabalhar a noite. Mas falemos além dos estádios mal iluminados.
A essência de toda a fotografia de esportes pode ser descrita em um velho ditado, muitas vezes repetida por editores mais experientes: Dois caras e uma bola. Quando você fica com duas faces bem no quadro da sua máquina, é muito provável que você terá uma foto utilizável. No entanto, isso é mais difícil de atingir do que você pensa. Por quê? Porque os jogadores não param um minuto dentro do campo. Estão correndo, dividindo, saltando para cabecear a bola, espremendo-se na barreira ou até mesmo tomando água na beira do campo próximo ao treinador. Tudo é imagem e tudo pode ser aproveitado – fotografado. Mas lembre-se: Se você pode ver os olhos, sua foto é melhor.
Outro fator importante é a posição que você ocupará no gramado. Se você está cobrindo uma equipe em especial, naturalmente você vai querer que a equipe esteja voltada para você. Quando eu fotografo o Internacional, procuro me posicionar próximo ao canto do escanteio, no lado de ataque colorado. Desta forma, há uma chance maior de captar os momentos significativos deste time vindo em sua direção, ou seja, atacando. Nesta posição podemos fotografar as jogadas da intermediária e os lances da grande área além, é claro, das comemorações de gol. Assim você vai ter uma grande imagem e uma foto para contar a história do jogo.
Esperar a reação, especialmente em situações de pressão, também é importante: foco no treinador e à margem para ver a reação deles. Uma lente longa vai ser muito importante para os detalhes. Geralmente uso a Canon 400mm f/2.8 pela sua luminosidade e pela ótima velocidade de foco das lentes L. Mas para destacar-se, você deverá saber compor também com outras lentes. As lentes curtas podem ser empregadas em câmeras remotas instaladas atrás da goleira ou na arquibancada, além é óbvio, dos momentos de tensão quando há invasões de campo ou grandes aglomerações de jogadores, comissão técnica e torcida.
Como em toda reportagem, você precisa adicionar significado para suas fotos. Isto significa que elas terão de contar a história do jogo. Este conselho aplica-se aos fotógrafos de jornal e revista. Mas quando trabalhamos para uma agência de comunicação, na divulgação da imagem de um patrocinador você terá de ir além. Sua obrigação torna-se contar a história do jogo mostrando o seu cliente da melhor forma.
Todos os resultados estão baseados nas suas decisões: Quais são os grandes jogos? Quem são os jogadores importantes? A multidão é um fator decisivo? Como mostrar o clima do jogo? Todas essas coisas entram em campo com você quando inicia-se o momento de contar a história do jogo. Muitos fotógrafos ouvem o rádio para saber mais sobre os jogadores, antes e durante a partida.
Quanto mais você souber sobre o assunto que estiver cobrindo, mais informativas serão suas imagens.
Todos os clichês são importantes – a cor, a pompa, o drama, etc. Para captá-los da melhor maneira o ideal é chegar cedo e ficar até mais tarde. Do momento de desembarque e caminhar pelos estacionamentos até o campo já está valendo. Muitas situações acontecem ali, especialmente em dias de decisão. Buscar a grande luz e esperar por instantes mágicos é decisivo. Se você tiver um relacionamento especial com um treinador ou cartola poderá ajudar a obter acesso a lugares restritos.
Procure pelos pequenos detalhes que contam as grandes histórias. Lembre-se de todos os povos em torno do evento – os treinadores, os fãs enlouquecidos, as torcidas organizadas, e etc. Tudo vai ajudá-lo a contar a história e não se esqueça que o futebol, como todos os esportes, é um esforço humano em primeiro lugar. Estas pessoas, jogadores e treinadores passam a vida inteira para chegar ao auge de seu esporte e quando eles ganham ou perdem, sua reação é genuína e torna-se um grande momento para a captura.
Pense especial. Sabendo os fundamentos você poderá quebrá-los. Mas lembre-se, cada vez que você começa uma partida de futebol, você terá a chance de fazer aquela fotografia que só acontecerá uma vez na vida.

































